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dany boy (12)

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Os Contos Verídicos de Fenix Brasil

Pousada em Paraty

Férias... finalmente férias. Há tanto esperadas e planejadas. Era fora de temporada  e o preço era muito convidativo e marquei tudo e lá estava eu indo conhecer a cidade que eu tanto sonhava em conhecer. Cheguei no sábado pela manhã e fui atendido pelo rapaz da portaria e me encaminhou ao meu bangalô dizendo que havia poucos ocupados por ser fora da alta temporada e me pos a par dos horários do café da manhã, passeio de escuna, passeio pela cidade e os alambiques.

Fui levado até o meu bangalô e minhas duas malas foram levadas por um rapazinho que não aparentava ter mais que dezesseis anos muito falante. Foi contando a estória da pousada e os passeios que eu não poderia perder.

Acomodei-me e desfiz um pouco das malas e saí para almoçar. Na volta o rapaz da portaria disse que na manhã seguinte haveria um passeio de escuna e que um funcionário do hotel iria no passeio para servir aos hospedes ( éramos 6 ) sendo que, 2 iriam partir logo após o almoço.

Concordei em ir pois vi que não iria conseguir me livrar desse passeio e seria uma boa oportunidade de fotografar o mar.

Troquei e o funcionário que iria nos acompanhar foi no meu bangalô chamar-me na hora combinada. Bateu à porta e ao atender vi um negro de estatura mediana e um largo sorriso me convidando a acompanha-lo pois ele iria aos outros 3 bangalôs chamar os outros hospedes. Peguei a minha máquina fotográfica e o segui. Passamos pelos outros bangalôs e logo uma fila se formou até o cais e a escuna zarpou para o mar.

E logo comecei a fotografar e em dado momento vi o nosso guia de pé contra um céu muito azul e ele muito negro e gostei do contraste e comecei a fotografa-lo depois que ele disse que eu podia. Fotografias ótimas.  De volta ao hotel nos banhamos e fomos para o lanche da tarde e o guia me disse que gostaria de ver como ficaram as fotos e eu disse que a máquina ficou no quarto mas ele podia ir ver.

Por volta das 18 horas batem à porta e é o guia que veio ver as fotos. Eu bebia um vinho e lhe ofereci e ficamos bebendo e vendo as fotos. Quando nos demos conta já eram quase 9 horas da noite e estávamos um pouco alto por causa da bebida. E o calor e eu tirei a camisa sendo imitado pelo guia, Nelson e, pude observar que ele não tinha músculos sobressaltados mas tinha carnes firmes. E pedi para tirar mais umas fotos e ele riu e começou a fazer poses e eu fui dirigindo o que eu queria e tirei umas fotos e ele simplesmente abriu as calças e ficou de boxer. Deitou na cama e pedi que tirasse tudo. E ele obedeceu e comecei a fotografar aquele corpo negro que já mostrava sinais de estar excitado e foto atrás de foto. Até que ele me segura pelo braço, tira a máquina da minha mão e me puxa para perto dele e sem mais palavras nos abraçamos e beijamos. Ele tirou-me a bermuda e de pé segurou-me a cabeça e me fez mamar sua caceta. E ela foi crescendo em minha boca e  como crescia em tamanho e grossura até que eu quase nem conseguia por ele todo na minha boca.

Ele então me levantou e com um gesto brusco me deitou na cama e deitou-se sobre mim e pedi calma e mesmo ele não tendo me atendido peguei um camisinha e encapei o pau dele e ele me pos de quatro e me agarrando com força começou a meter o caralho no meu cu e quase me rasgava o cu. E socava apesar de eu reclamar que estava me machucando ele metia com força e tento afasta-lo com a mão mas ele dá um tapa no meu braço e logo solta urro e goza, solta o leite que segundo ele há muito tempo estava guardado e cai exausto na cama. Eu deito ao seu lado me sentindo dolorido mas eu também havia gozado. E o Nelson dorme e não consigo acorda-lo e eu também durmo e pela manha acordo com ele abraçado em mim. Nós acordamos e ele sai apressado para trabalhar e sai dizendo que há muito ele não gozava tanto.

Fiquei deitado até a hora do almoço, quando então me levantei, tomei banho e fui almoçar. E voltei ao quarto para ler e relaxar. Peguei o livro que eu estava lendo mas o negro Nelson não me saia da cabeça. Na verdade queria encontrar com ele de novo. Apesar de ter sofrido eu também gozei muito com ele.

E os dias correm tranquilo e na véspera de eu partir já começo a arrumar as minhas malas e, por volta das 18 horas batem à porta e era o Nelson. Mando ele entrar e ele trás 2 garrafas de vinho e sorrindo me entrega.

Logo que entra me abraça e me beija longamente. Tiramos nossas roupas e nos deitamos. Ele me lambe os mamilos me deixando cheio de tesão e retribuo mamando-lhe o cacete que é muito gostoso.  Ele está cheio de tesão e sinto o pau dele pulsando em minha boca e de vez em quando paro de mamar um pouco para tomar fôlego pois é impossível de respirar e mamar aquele cacete enorme. Paramos para beber vinho e ficamos abraçados e nos beijando. Mas eu tomo a iniciativa e depois de encapar aquele mastro, sento nele até estar todo enterrado em meu rabo. Ele deitado e eu cavalgando aquele caralho. Dói mas é muito gostoso. Ele me segura pela cintura e eu rebolo na vara dele. Ele me aperta os mamilos e eu gemo de tesão. Ele diz que não aguenta mais e que vai gozar e me vira de quatro e mete ate que goza se entregando ao prazer daquele momento.

Tomo uma ducha ligeira e ele continua deitado em minha cama bebendo vinho. Batem na porta e eu olho espantado para o Nelson e ele calmamente abre a porta e faz entrar um negro mais alto que ele e me apresenta dizendo ser o irmão dele, Lucas e ele me apresenta ao irmão como a putinha dele. Lucas sem muita cerimônia me abraça e beija na boca e diz que a festa vai ser boa. Eu reluto e falo para o Nelson que ele tinha que ter falado comigo. Mas ele me dá um tapa na bunda e diz que o macho é quem manda e que eu tinha só que obedecer e que nem adiantaria gritar pois os hóspedes já tinham saído e que aquela seria uma noite de despedida. Lucas tira a roupa e já está de pau duro e diz para o Nelson ir devagar e  que eu seria uma boa menina e logo poe o pau na minha boca. É do mesmo tamanho do irmão. Grosso e comprido e cheio de veias saltando. Mamo bem gostoso e ele manda o irmão se chegar que vou mamar os dois juntos. E logo tenho dois paus negros à minha frente e mamo os dois e os gemidos de prazer é tudo o que consigo ouvir. Eles me fazem ficar de pé e me beijam juntos. E os dois metem cada um dedo no meu cu e eu gemo de prazer. Lucas pega camisinha e encapa o pau e manda eu ficar de quatro apoiado na cama e Nelson abre minha bunda e manda o irmão meter com força. E, numa estocada brusca e forte ele soca o pau em mim quase me fazendo cair. Nelson deita na cama e manda eu mamar ele enquanto o irmão se diverte no meu cu.  E os dois fodem sem parar. Um no cu e o outro na boca.

Dali a pouco se revesam. Nelson passa a foder meu cu e Lucas minha boca. Estamos os 3 suados mas confesso que eu estava me sentindo um bruto tesão com esses dois homens. Lucas anunciou que queria gozar e manda eu mamar o caralho dele e logo uma enxurrada de porra me inunda a boca ao mesmo tempo Nelson goza na minha cara espalhando porra pelo meu rosto.

Rimos os 3 e vou ao banho me lavar e os dois negros entram no chuveiro e ficam brincando de meter e tirar e meter e tirar. Voltamos para a cama bebemos um copo de vinho para descansar um pouco os dois me abraçam e beijam e Lucas manda eu cavalgar o pau dele. Ele então me abraça fazendo eu deitar em seu peito e Nelson vem por trás e tenta meter junto. Eu tento sair dos braços do Lucas mas Nelson me segura também e começa a meter junto com o irmão. E ele vai empurrando com força eu dou um gemido de dor e Lucas fala para eu ficar calmo mas uma dor imensa me invade. Parece que vou ser rasgado ao meio. Peça para pararem com aquilo mas Lucas me segura com força e Nelson continua metendo. Sinto o pau dele entrando e agora tenho 2 paus enterrados no cu. Tento me mexer mas Nelson me bate com força e continua me fodendo.  Lucas está por baixo e tira o pau do meu cu. Nelson se levanta e vejo sangue em seu pau. Lucas manda eu deitar e vem meter em mim. E goza dentro de mim e logo é a vez do Nelson que me faz cavalgar ele até ele gozar dentro de mim também.

Continuo deitado enquanto os dois homens negros se lavam no banheiro. Voltam e vestem-se e com beijos de despedida se vão e prometem nunca me esquecer.

Me levanto e tomo um banho mas ao passar o sabonete no cu sinto arder onde eles me machucaram eu estava exausto e logo durmo pesado.

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